27 de janeiro de 2011

Melanie me visita.

Eu estava apenas sonhando, disso eu tinha consciência, mas era tudo tão real. Eu tinha uma filha muito linda, Melanie, mas eu a chamava de Mel, tanto pela combinação com o nome, mas também pelos olhos dela serem num surpreendente tom de mel. Seus cabelos eram escuros e cacheados, pelo ombro. Tinha o sorriso mais doce e sincero que já vi, e parecia uma princesinha. Minha pequena princesinha.
No sonho, ela pegava em minha mão e corria, querendo me mostrar algo. Sorri e a segui. No mesmo momento em que comecei a andar, o cenário foi mudando, se transformando numa casa. Percebi que aquela casa era a mesma em que morei quando tinha a idade dela, seis anos.
Ela continuava me puxando pelas mãos, me levando para um quarto. Perguntei onde estávamos indo, e ela respondeu que era uma surpresa. Fechei meus olhos e deixei que ela me guiasse. Eu confiava naquele pequeno anjo.
Melanie pediu para que eu parasse enquanto ela abria a porta, e assim fiz. Ainda de olhos fechados, pude sentir uma luz me cegar. Estava tudo vermelho. Perguntei se estava tudo bem, e a resposta foi sim. Ela me abraçou e disse para que eu abrisse meus olhos, então obedeci.
Ao abrir meus olhos, eu estava de volta ao meu quarto, com uma única imagem gravada em minha mente. Minha linda Mel.

Um comentário:

  1. Belo texto. Tenho esse livro e adorei a história. bem irreal mas contagiante *-*
    Parabéns pelo blog, to te seguindo.

    http://distractingpages.blogspot.com/
    passe lá.

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